Tiago 4:10
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I was reading
my Bible this morning (Psalm 25) when I was about verse 7 – “Do not remember
the sins of my youth, nor my transgressions; according to Your mercy remember
me, for Your goodness’ sake, O LORD.” I started
praying and asking God forgiveness for my arrogance and pride; to heal my
soul, my mind, and my heart. Then, I realized my words. I realized that for
so long I have been asking God things that I thought I deserved, things that
are good in essence; things that I thought I would be of more use to others.
Nothing apparently selfish. But, in fact, it was very arrogant of me to think
that I am deserving of anything. The only thing I deserve is death. I am a
sinner. I ask for mercy; He has shown me mercy, which indeed is more than I
deserve. I forgot to thank Him, really thank Him for it. I failed to realize
that everything I have, where I am, with whom I am, all of that is part of
His great mercy; and I kept asking, refusing to see all that as gifts of mercy.
We all have a dark time in our lives, past or present. God dragged me out of
the pit; I was about to die. I wanted to die. For His great mercy, He
stretched out His hand and pulled me out of that pit I dug myself into. The following
verses: “Good and upright is the LORD; Therefore He teaches sinners in the
way. The humble He guides in justice, and the humble He teaches His way. All
the paths of the LORD are mercy and truth, to such as keep His covenant and
His testimonies. For your name’s sake, O LORD, pardon my iniquity, for it is
great.” Then I read the rest of the Psalm and moved on to my daily reading,
which was in Luke 18: 9 – 14. The Pharisee and the tax collector praying in
the temple. When we ask
God for forgiveness, we’d better have our sins in mind; for what good is it
to say “I am sorry” without knowing what I am sorry about? I realized how
many times I did just that. Two things
I’ve learned today. One, I am proud, and God doesn’t like the proud. I
thought too much about myself. I am going to blame families and friends in
general. We want to lift up our relatives, saying such and such to them,
praising them, saying how good they are and whatever. We don’t realize that
even though that might be true and important, it isn’t a good thing to be
said all the time. Sometimes, we need to hear that we are sinners; we need to
acknowledge that it is God’s mercy that sustains us here. If we have this and
that, it is because God wants it. If this and that didn’t happen, we should
still be grateful, for we are under God’s mercy. We all
deserve death. Jesus died for us so we would not perish, but we still need
God’s mercy. Without the blood to wash us clean, we would be dead,
spiritually mostly. We are dead in our sins, the Apostle Paul said. We need
to remember every day why Jesus had to die. It is not that God condemned us.
We do it ourselves. We go about our lives without care, taking everything for
granted; as if we deserve everything; as if we earned it by our hard work. In
this, we are just filling ourselves with pride, arrogance, and lies. We lie
to ourselves, saying that “everything is going to be ok, because mostly it is
for the greater good.” “I lied to protect… I lied because I love …” We keep lying to ourselves, justifying our
sins so we don’t have to ask for forgiveness, or repent, much less to turn
back or give up things. Sometimes, we think we are too deep in things to go
back. Sometimes, we think that we are so wicked and undeserving of God’s
mercy that we don’t even give ourselves a chance to change. It is easier to
do evil than to do good. When we are
depressed, it is so easy to think how worthless, useless, and unloving we
are, that to do something good for ourselves is like a waste of time. Either we are
too proud, thinking that we deserve this and that or we are too depressed to
think that we deserve mercy. Neither is true. The truth is
God is merciful and He is waiting for us to acknowledge that we need Him, and
that He will teach us to live by His word. The wage of
sin is death. We are all sinners;
therefore, the only thing we deserve is death. But by the mercy and grace of
God we are still walking about, doing whatever, taking for granted His
lovingkindness and tender mercies. When we decide to humble ourselves and
realize that whatever it is that we keep asking because we reason that we
deserve, stop right there and rephrase it. Humble yourself, get off your high
horse, you lump of clay. Look where you are. We live at God’s footstool,
while He is seated high above in heaven. We, mortals, finite, narrow-minded,
and tunnel-vision people. We see only ourselves, our needs; we forget why He
created us. Why He gave us this beautiful land that we are destroying, and we
don’t want to see what is coming. |
Eu estava lendo a minha Bíblia
hoje de manhã (Salmo 25) quando cheguei ao versículo 7: “Não te lembres dos
pecados da minha mocidade, nem das minhas transgressões; lembra-te de mim,
segundo a tua misericórdia, por causa da tua bondade, ó SENHOR”. Comecei a orar e a pedir perdão a
Deus pela minha arrogância e pelo meu orgulho; pedi que Ele curasse a minha
alma, a minha mente e o meu coração. Então, atentei para as minhas próprias
palavras. Percebi que, por muito tempo, tenho pedido a Deus coisas que eu
achava merecer — coisas que, em sua essência, são boas; coisas que, na minha
visão, me tornariam mais útil aos outros. Nada que parecesse egoísta, à
primeira vista. Mas, na verdade, foi muita arrogância da minha parte pensar
que eu mereço qualquer coisa que seja. A única coisa que eu mereço é a morte.
Sou uma pecadora. Peço misericórdia; e Ele tem me demonstrado misericórdia — o
que, de fato, é muito mais do que eu mereço. Esqueci-me de agradecê-Lo — de
agradecê-Lo de verdade — por isso. Não me dei conta de que tudo o que tenho,
onde estou e com quem estou — tudo isso faz parte da Sua grande misericórdia.
E, ainda assim, eu continuava pedindo, recusando-me a enxergar tudo isso como
dádivas da Sua misericórdia. Todos nós passamos por um período sombrio em nossas
vidas, seja no passado ou no presente. Deus me tirou do abismo; eu estava
prestes a morrer. Eu queria morrer. Por Sua grande misericórdia, Ele estendeu
a mão e me resgatou daquele poço no qual eu mesmo havia me metido. Os versículos seguintes dizem:
“Bom e reto é o SENHOR; por isso, aponta o caminho aos pecadores. Guia os
humildes na justiça e ensina aos mansos o Seu caminho. Todas as veredas do
SENHOR são misericórdia e verdade para os que guardam a Sua aliança e os Seus
testemunhos. Por amor do Teu nome, ó SENHOR, perdoa a minha iniquidade, pois
é grande”. Depois, li o restante do Salmo e segui para a minha leitura
diária, que estava em Lucas 18:9-14: o fariseu e o publicano orando no
templo. Quando pedimos perdão a Deus, é
bom que tenhamos os nossos pecados em mente; pois de que adianta dizer “sinto
muito” sem saber pelo que estamos pedindo desculpas? Percebi quantas vezes fiz
exatamente isso. Aprendi duas coisas hoje.
Primeiro: sou orgulhosa, e Deus não se agrada dos orgulhosos. Eu pensava
demais em mim mesmo. Vou culpar, de modo geral, as famílias e os amigos.
Queremos exaltar nossos parentes, dizendo coisas a eles, elogiando-os,
afirmando o quanto são bons, e por aí vai. Não percebemos que, embora isso
possa ser verdade e importante, não é algo que deva ser dito o tempo todo. Às
vezes, precisamos ouvir que somos pecadores; precisamos reconhecer que é a
misericórdia de Deus que nos sustenta aqui. Se temos isto ou aquilo, é porque
Deus assim o quis. Se algo não aconteceu como esperávamos, ainda assim
devemos ser gratos, pois estamos sob a misericórdia de Deus. Todos nós merecemos a morte. Jesus
morreu por nós para que não perecêssemos, mas ainda precisamos da
misericórdia de Deus. Sem o sangue que nos purifica, estaríamos mortos —
espiritualmente, acima de tudo. Como disse o apóstolo Paulo, estamos mortos
em nossos pecados. Precisamos nos lembrar, todos os dias, da razão pela qual
Jesus teve de morrer. Não é que Deus nos tenha condenado; nós mesmos fazemos
isso. Vivemos nossas vidas sem qualquer cautela, tratando tudo como se fosse
um direito adquirido; como se merecêssemos tudo; como se tivéssemos
conquistado tudo pelo nosso próprio esforço. Com isso, apenas nos enchemos de
orgulho, arrogância e mentiras. Mentimos para nós mesmos, dizendo que “tudo
vai ficar bem, porque, no fundo, é para um bem maior”. “Menti para
proteger... menti porque amo...” Continuamos mentindo para nós mesmos,
justificando nossos pecados para não precisarmos pedir perdão,
arrepender-nos, muito menos mudar de rumo ou abrir mão de certas coisas. Às
vezes, achamos que estamos tão envolvidos em algo que não há como voltar
atrás. Às vezes, pensamos que somos tão perversos e tão indignos da
misericórdia de Deus que nem sequer nos damos a chance de mudar. É mais fácil
fazer o mal do que fazer o bem. Quando estamos deprimidos, é muito
fácil pensar que não valemos nada, que somos inúteis e incapazes de amar; a
ponto de acharmos que fazer algo de bom por nós mesmos é uma perda de tempo. Às vezes, somos orgulhosos demais,
acreditando que merecemos isso ou aquilo; outras vezes, estamos tão
deprimidos que nem cogitamos a possibilidade de merecer misericórdia. Nenhuma
dessas visões é verdadeira. A verdade é que Deus é
misericordioso e Ele aguarda que reconheçamos nossa necessidade d’Ele — e que
Ele nos ensinará a viver segundo a Sua Palavra. O salário do pecado é a morte.
Todos somos pecadores; portanto, a única coisa que merecemos é a morte.
Contudo, pela misericórdia e pela graça de Deus, continuamos por aqui,
vivendo nossas vidas, tratando com descaso a Sua bondade amorosa e as Suas
ternas misericórdias. Quando decidimos nos humilhar e percebemos que, ao
pedir algo, partimos do pressuposto de que "merecemos" — é hora de
parar e reformular esse pensamento. Humilhe-se, desça do seu pedestal, ó
punhado de barro! Observe onde você está. Vivemos diante do estrado dos pés
de Deus, enquanto Ele está assentado nas alturas, nos céus. Nós, mortais,
seres finitos, de mente estreita e visão limitada... enxergamos apenas a nós
mesmos e às nossas próprias necessidades; esquecemo-nos do propósito pelo
qual Ele nos criou. Esquecemo-nos de por que Ele nos presenteou com esta
terra bela — que, aliás, estamos destruindo — sem querer enxergar o que está
por vir. |

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